Fase 1: o processo de negócio
A primeira fase é uma entrevista estruturada, sempre ancorada no que existe de verdade, nunca em suposição. Quando o processo já roda de algum outro jeito (uma automação legada, uma planilha, um passo a passo manual), a entrevista parte do que já está documentado ou implementado, marcando como pendente só o que de fato ainda não está decidido. O resultado cobre a narrativa do processo, as regras de negócio e suas exceções, quem depende do processo, e os dados que ele manipula, incluindo uma análise obrigatória de dado sensível: toda automação Dom Med lida com dado de saúde e frequentemente com CPF, então essa parte nunca é opcional. Se o processo ainda não tem repositório, é neste ponto, assim que o nome do processo está decidido, que o repositóriodommed-{nome-do-processo} é criado, sempre com confirmação explícita antes de qualquer ação real no GitHub.
Fase 2: a arquitetura
Com o processo entendido, a segunda fase mapeia essa narrativa para as peças concretas do Hub: como o processo se torna umaAutomation com seus parâmetros de entrada, como cada execução se torna um Job, qual a forma do executor que efetivamente processa uma execução, que máquina dedicada ele precisa e para onde vão as credenciais que ele usa. Essa fase reúne os três papéis consultivos do time ao mesmo tempo, cada um cobrindo sua parte: conformidade de arquitetura, infraestrutura, e segurança das credenciais envolvidas. Também é aqui que se decide o formato do resultado que a automação vai produzir, sempre seguindo o mesmo envelope usado por toda automação do Hub (o que a automação processou, um resumo com contagens, e o status de cada item processado), para que o resultado de qualquer automação se leia da mesma forma.
