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Contexto

A Dom Med é uma empresa brasileira de saúde ocupacional que presta serviços a um conjunto de empresas-clientes. Para cumprir suas obrigações regulatórias e operacionais, a Dom Med precisa executar continuamente uma série de processos que se repetem ao longo do tempo. A forma exata de cada processo varia: alguns tratam uma empresa-cliente de cada vez, outros podem lidar com múltiplos itens numa mesma execução. O que todos têm em comum é que são repetitivos, seguem regras bem definidas e hoje dependem de alguém repeti-los manualmente sempre que precisam rodar.

O problema

Esses processos são executados manualmente pelos operadores da Dom Med. O volume de clientes e a variedade de processos tornam essa execução manual inviável de manter com qualidade e consistência. A grande maioria das empresas que automatiza processos faz isso de forma fragmentada, com scripts isolados, planilhas e ferramentas ad hoc, sem uma plataforma dedicada para orquestrar e monitorar essas execuções. Isso cria um conjunto de problemas que vai muito além da ineficiência operacional:

Ausência de KPIs

Sem uma plataforma centralizada, não é possível definir nem acompanhar métricas de execução: quantas automações rodaram, qual a taxa de sucesso, quanto tempo levam, onde estão os gargalos.

Falta de controle sobre a execução

Não há visibilidade em tempo real do que está rodando, do que falhou, do que está pendente. O operador só sabe que algo deu errado quando o efeito aparece.

Sem rastreabilidade

Não existe registro estruturado do que foi executado, quando, por quem e com qual resultado, o que impossibilita auditoria e investigação de falhas.

Riscos para o negócio

Processos que falham silenciosamente podem gerar não conformidades regulatórias, retrabalho não detectado e perda de confiança do cliente. Sem uma plataforma, esses riscos são invisíveis até se tornarem um problema real.

Sem padronização

Cada automação criada fora de uma plataforma é uma solução única, difícil de manter, escalar e transferir para outro operador.

Critério de sucesso

O Hub resolve o problema quando garante, para qualquer automação cadastrada:
  • Execução: um operador consegue disparar uma automação com uma única ação, sem precisar repetir o processo manualmente passo a passo
  • Controle: é possível acompanhar em tempo real o status de cada execução: o que está rodando, o que finalizou, o que falhou
  • Rastreabilidade: toda execução gera um registro estruturado e consultável: o quê, quando, com qual resultado
  • Falhas visíveis: nenhuma execução falha silenciosamente; erros são registrados e identificáveis
  • KPIs: é possível extrair métricas de execução (volume, taxa de sucesso, frequência) sem depender de planilhas ou controles manuais
  • Padronização: adicionar uma nova automação à plataforma não exige construir uma solução do zero; existe um padrão estabelecido que qualquer desenvolvedor consegue seguir